terça-feira, 14 de outubro de 2014

Tempo Seco: Dicas para Evitar Problemas Respiratórios

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O clima seco, caracterizado pela baixa umidade do ar e comum nesta época do ano, provoca vários prejuízos à saúde. Quem sofre de problemas respiratórios fica em uma situação complicada quando isso acontece.

Embora as pessoas relacionem frio a problemas respiratórios, na verdade o que causa esses problemas de saúde é o tempo seco, pois com isso mais partículas de diversos tipos ficam em suspensão no ar e são inaladas pelas pessoas. Dentre essas partículas estão, por exemplo, os ácaros, o enxofre que sai do escapamento de veículos, partículas de poeira, restos de materiais queimados e outros.

Como o tempo seco afeta os órgãos respiratórios das pessoas?

Dentro das narinas, os pelos têm como tarefa a umidificação e filtragem do ar. Como no período de estiagem o oxigênio entra mais seco pelo nariz para chegar ao pulmão, acaba havendo um esforço maior do sistema respiratório.

Quais são as principais complicações respiratórias que o tempo seco pode provocar?

Reações alérgicas (tosse seca, chiado, crises de rinite alérgica, ressecamento da pele com coceiras) e falta de ar.

Quais são as doenças respiratórias que podem se desenvolver com o tempo seco?

A asma ou bronquite é a principal vilã do tempo seco. Ela é uma doença inflamatória crônica, ou seja, o pulmão do asmático ou bronquítico já é mais inflamado do que o das pessoas normais. Como o ar chega menos filtrado, sobrecarrega o sistema respiratório, que já não é bom.

Quem são os mais prejudicados com o tempo seco?

As crianças são as mais prejudicadas, pois ainda estão com o sistema respiratório incompleto e essa sobrecarga nos pulmões em desenvolvimento leva ao aparecimento de sintomas respiratórios mais facilmente.

Quais medidas podem ser tomadas para evitar problemas respiratórios com o tempo seco?

- Substituir alimentos fritos pelos assados, que facilitam o processo de digestão, e consumir frutas e verduras ricas em vitamina C.

 - Ingestão frequente de líquidos.

 - Evitar o acúmulo de poeira. Se a pessoa tiver alergia, é recomendável evitar tapetes e cortinas.

 - Evitar vassouras. É melhor usar aspirador e pano úmido.

 - Bacias com água melhoram a umidade do ar, assim como o uso de toalhas molhadas no ambiente.

 - Vaporizadores também são eficazes.

 - Evitar banhos quentes. Eles ressecam a pele. Os cremes auxiliam na hidratação.

 - Soro fisiológico nos olhos e nas narinas evita o ressecamento.

 - Evitar exercícios físicos ao ar livre entre as 10h e as 16h e moderar a intensidade; o tempo seco reduz a capacidade do corpo para a prática de atividades físicas.

 - Não fumar. Os alérgicos devem evitar locais com fumaça de cigarro.

Texto: Tatiana Riera de Oliveira

domingo, 12 de outubro de 2014

Respiração Correta Ajuda no Combate de Doenças Ligadas à Ansiedade


Imagem: Internet


Nos dias de hoje, cada vez mais ouvimos falar de pessoas que têm problemas de ansiedade, estresse ou até mesmo doenças como a depressão e a síndrome do pânico.

A psiquiatra Dra. Lygia Merini explica que a ansiedade e o estresse, podem levar a uma respiração incorreta, que quando mantida retroalimenta estes sintomas, podendo levar um paciente aos quadros mais graves, como o transtorno do pânico, e ao início de sintomas depressivos.

Ao observar um bebê respirando conseguimos ter uma dimensão do quanto desaprendemos, ao longo dos anos, a realizar funções simples, como respirar. Na ansiedade e na correria do dia-a-dia, é comum que respiremos usando apenas a parte superior do pulmão, sem utilizar o abdômen e, portanto, o diafragma. A respiração mais profunda, utilizando toda a superfície pulmonar, leva a uma maior oxigenação cerebral, melhorando o funcionamento do cérebro e do corpo como um todo, melhorando a concentração, trazendo calma e equilíbrio.

“Como forma de prevenção ao aparecimento de um transtorno mental, ou mesmo como coadjuvante no tratamento quando ele já existe, recomendamos a prática de meditação ou mesmo do yoga ou do pilates, para que o indivíduo reaprenda a respirar. Essa reeducação vai fazer com que ele utilize corretamente todo o potencial do seu pulmão, levando a uma melhora da concentração e do sono, a uma sensação de relaxamento mesmo após um dia corrido, e também a uma melhor resposta ao tratamento”, diz a médica.

Texto: R7

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Síndrome da Fome Oculta: Saiba o que é e quais são os Sintomas

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Uma em cada quatro pessoas sofre da Síndrome da Fome Oculta (SFO), segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS). E o fato de ela ser classificada como “oculta” tem justificativa: devido ao baixo consumo ou mau aproveitamento dos nutrientes pelo organismo, a SFO vai minando a beleza e a saúde aos poucos, sem fazer grande alarde. Na maioria dos casos, a vítima só começa a desconfiar que alguma coisa está errada quando os estragos já são visíveis. Os mais comuns são: pele opaca e sem vida, devido à má oxigenação do sangue; predisposição a rugas e flacidez, ocasionadas por alterações na formação de colágeno; cabelo sem brilho e em queda livre; e unhas manchadas e quebradiças pela ausência de vitaminas e minerais em geral. “Também é comum a mulher se queixar de cansaço, fraqueza, palpitação, cãibras, dores musculares, diminuição da concentração e sangramento vaginal”, afirma a nutricionista Roseli Rossi.

Em meio a esse desequilíbrio todo, a saciedade acaba prejudicada e a fome vai se tornando cada vez mais constante. Tudo porque o organismo, espertinho, envia um pedido de socorro ao cérebro dizendo que precisa de vitaminas e minerais para recuperar o equilíbrio. O cérebro mais do que depressa manda um sinal de fome para que você coma e, com isso, dê ao organismo os tais nutrientes de que ele precisa. Diante desse alerta, é comum a gente partir para itens que matem a fome a jato, caso dos carboidratos refinados, que, apesar de digeridos mais rapidamente, são pobres em nutrientes. Por isso, não demora para que o cérebro envie outros sinais de fome, fazendo comer de novo e de novo, num ciclo vicioso. Mesmo causando tanta confusão, a SFO não é classificada como doença. “Ela é uma denominação para a condição de quem tem carência de nutrientes”, diz a nutricionista Anita Sachs, professora da disciplina de nutrição do Departamento de Medicina Preventiva da Universidade Federal Paulista.

Quem está na mira?
A síndrome tem como alvo quem segue dietas restritivas, não come frutas, legumes e verduras, abusa de produtos industrializados e fast food. O mal ainda pode afetar quem exagera nos exercícios aeróbicos. “Tudo porque durante a atividade o organismo utiliza, além das calorias, vitaminas e minerais, que nem sempre são repostos adequadamente”, alerta a nutricionista Alessandra Sarmento, da RG Nutri Consultoria Nutricional, em São Paulo.

Por outro lado, pouco adianta repor nutrientes se você ingerir certas substâncias que atrapalham a absorção de vitaminas e sais minerais. “Excesso de alguns medicamentos, como antiácidos, ou de chá, café e refrigerante podem ser prejudiciais”, completa a nutricionista Bárbara Sanches, da VP Consultoria Nutricional, no Rio de Janeiro. Stress, verminoses, fumo e álcool também são agravantes, assim como a cirurgia de redução do estômago. “Esse tipo de operação acaba afetando a absorção de nutrientes, que acontece no intestino, e altera principalmente o metabolismo do cálcio, do ferro e da vitamina B12”, aponta o endocrinologista Alfredo Halpern, chefe do grupo de obesidade e síndrome metabólica do serviço de endocrinologia do Hospital das Clínicas de São Paulo.

Qual o tratamento?
Quando o médico desconfia que alguém tem a SFO, começa a buscar as causas das deficiências. “Deve ser feito um histórico alimentar, com base nas lembranças da paciente, e uma avaliação clínica com exames bioquímicos, como os de sangue, e antropométricos, que é a medida da composição corporal”, diz Anita Sachs. O passo seguinte inclui a adoção de um cardápio balanceado e de suplementos para reequilibrar o organismo. Mas, atenção: nada de comprar todos os suplementos que encontrar pela frente. Consulte um especialista. Fazendo o tratamento adequado, em pouco tempo sua fome volta ao normal e emagrecer ou manter o peso se torna mais fácil.

O cardápio pode até conter o número certo de calorias diárias, mas, se a alimentação não for variada, o corpo continua com “fome”, sentindo falta dos nutrientes vitais para um bom funcionamento.

Quais são os nutrientes fundamentais?

Segundo a Organização Mundial da Saúde, as três maiores carências nutricionais do mundo são ferro, vitamina A e iodo. Confira agora se você está devendo algum deles ao seu organismo:

Ferro
Por que faz bem: aumenta o volume sanguíneo e transporta o oxigênio para todo o organismo.
Quando falta: provoca alterações no sistema nervoso e hematopoético (produtor de hemoglobina, que dá a cor vermelha ao sangue), levando à fraqueza e ao baixo rendimento.
Onde tem: carne vermelha, frutos do mar e leguminosas.

Vitamina A
Por que faz bem: é essencial para manter a integridade das células e do sistema imunológico.
Quando falta: prejudica a visão e a defesa do organismo.
Onde tem: cenoura, abóbora, espinafre, melão e batata-doce.

Iodo
Por que faz bem: atua na fabricação dos hormônios da tireoide.
Quando falta: afeta o sistema nervoso e, durante a gestação, pode resultar em retardo mental do bebê.
Onde tem: sal, frutos do mar e vegetais cultivados em solo rico no mineral.

Texto: Shâmia Salem

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Receita - Shake de Baunilha com Coco e Café


Ingredientes:
• 1 sachê de Shake Herbalife sabor Baunilha

• 2 colheres (sopa) de coco ralado seco

• 1 colher (chá) de café instantâneo

• 250 ml de leite semidesnatado




Modo de preparo:
Coloque todos os ingredientes no liquidificador e bata até a bebida ficar homogênea.
Consuma em seguida.

Calorias:
270 kcal

Sugestão:
Adicione pedras de gelo e bata junto no liquidificador.

Dica: Com mais proteína: Adicione 1 colher (sopa) de pó de proteína

Imagem e Receita: Site Herbalife

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Motivos para Você Começar a Dormir Mais

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Todos sabem que dormir pouco traz inúmeras consequências negativas para nossas vidas, principalmente aquele mau humor no trabalho. O jornal norte-americano Huffington Post fez uma lista com oito motivos para você começar a se preocupar mais com o seu sono a partir de hoje.

Seu sistema imunológico vai funcionar melhor. Diversos estudos comprovam que nossas defesas naturais se comportam melhor quando temos uma boa noite de sono. Outras pesquisas também apontaram que algumas vacinas contra gripe e hepatite tiveram pouco efeito quando o paciente as recebeu e foi privado de sono.

Sua memória vai melhorar. Já foi compravado que o período em que dormimos é vital depois que nosso cérebro entra em contato com novas informações.

Você se sentirá emocionalmente melhor. Ter nosso sono privado faz com que nossa ansiedade fique mais alta. A incidência de problemas emocionais, como a depressão, também já foram relacionados com a falta de uma boa noite de sono.

Seu cérebro estará "mais limpo". O livro Sleep Soundly Every Night, Feel Fantastic Every Day aponta que o cerébro tem uma capacidade regenerativa durante o sono, onde é capaz de estabelecer novas conexões e caminhos entre os neurônios.
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Também é durante o sono quando produzimos mais o hormônio do crescimento. Nas crianças, o momento do sono é crucial para o seu crescimento. Nos adultos, é importante para a criação de tecidos, algo vital para atletas ou qualquer um que faça exercícios. É neste momento que os músculos se reparam.

Ajuda a estabilizar os níveis de açúcar. Pessoas que dormem pouco possuem maior incidência de diabetes. Quem dorme pouco tem mais resistência à insulina.

Talvez você perca peso. Algumas pesquisas mostraram que dormir entre sete e oito horas é o ideal. Dormir menos que isso aumenta a produção de um hormônio chamado ghrelin, que aumenta o apetite e impede a produção da leptina, que nos sacia.

É possível que você viva mais. Ter o hábito de dormir menos que sete horas diárias pode nos levar a ter uma vida mais curta. Este tipo de comportamento faz com problemas como pressão alta, AVCs e infartos tenha maior incidência.

Texto: Site Terra

sábado, 4 de outubro de 2014

No Outubro Rosa, tire 13 Dúvidas sobre o Câncer de Mama

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O câncer de mama é o mais comum entre as mulheres. O Instituto Nacional de Câncer (Inca) estima 49.240 novos casos para 2010. No mês mundial de conscientização sobre a doença, tire 13 dúvidas sobre ela, com explicações dos seguintes profissionais do Inca: Fábio Gomes, nutricionista da Área de Alimentação, Nutrição e Câncer; Jeane Glaucia Tomazelli, técnica da Divisão de Atenção Oncológica; e Carlos Federico Lima, vice-diretor do Hospital do Câncer III (unidade do instituto responsável pelo tratamento do câncer de mama).

Vale lembrar que o Outubro Rosa, movimento mundial de mobilização de prevenção da patologia, começa nesta terça-feira (5 de outubro), com a iluminação de rosa do Cristo Redentor, no Rio de Janeiro. O evento é promovido pela Federação Brasileira de Instituições Filantrópicas de Apoio à Saúde da Mama (Femama).

1 - O que causa o câncer de mama?
Na maioria dos casos de câncer de mama, não há uma causa específica. Há alguns fatores que estão associados ao aumento do risco de desenvolver a doença. A própria idade é um deles, pois a chance aumenta na medida em que se envelhece. Menarca precoce, menopausa tardia, nuliparidade (não ter filhos), primeiro filho em idade avançada, não amamentação e uso de terapia de reposição hormonal são fatores associados ao risco. Consumo excessivo de álcool, obesidade na pós-menopausa e sedentarismo também. Os fatores hereditários são responsáveis por menos de 10% dos cânceres de mama. O risco é maior quando os parentes acometidos são de primeiro grau (pai, mãe, irmãos, filhos).

2 - Atinge homens em que proporção?
O câncer de mama em homens é raro. Estima-se que, do total de casos da doença, apenas 0,8% a 1% ocorram em pessoas do sexo masculino.

3 - Existe algum sintoma além de caroço no seio?
A forma mais habitual é o aparecimento de nódulo, geralmente indolor. Outros sinais e sintomas menos frequentes são edemas semelhantes à casca de laranja, irritação ou irregularidades na pele, dor, inversão ou descamação no mamilo e descarga papilar (saída de secreção pelo mamilo). Podem também surgir nódulos palpáveis na axila.

4 - É sempre possível notar a doença por meio do toque nos seios?
Não, a patologia tem uma fase em que as lesões são do tipo não-palpáveis. Por isso, é importante a realização de exames de imagem na faixa etária de maior risco.

5 - Segundo o Inca, o autoexame não é estimulado como medida de detecção. Por quê?
Considerando as evidências atualmente disponíveis, não se pode recomendar ou fomentar o ensino do autoexame como método de rastreamento. Também não foi evidenciada diminuição da mortalidade por câncer de mama com o uso do autoexame. Entretanto, o Inca destaca a importância de que a mulher esteja atenta ao seu corpo e à saúde das mamas. A recomendação é que, diante da observação de qualquer alteração ou mudança nas mamas, busque imediatamente a avaliação de um médico.

6 - Prótese de silicone nos seios pode levar à doença?
Não há evidência científica de que exista associação entre implantes mamários de silicone e o risco de desenvolvimento de câncer de mama.

7 - Como é o tratamento de câncer de mama?
O tratamento é multidisciplinar, ou seja, deve incluir a opinião de vários especialistas médicos, como o mastologista, o radiologista, o oncologista clínico, o radioterapeuta, assim como enfermeira especializada, psicóloga, fisioterapeuta e assistente social. Habitualmente, o tratamento pede cirurgia e é complementado pela radioterapia e quimioterapia/hormonioterapia.

8 - Quais são as chances de cura de câncer de mama?
Quando diagnosticado precocemente, há até 95% de chance de cura. Por isso, é importante que toda mulher de 50 a 69 anos faça mamografia a cada dois anos.

10 - Quais alimentos ajudam a prevenir a doença?
Os de origem vegetal: frutas, legumes, verduras e leguminosas (como feijão, lentilha, grão-de-bico). Têm o poder de inibir a chegada de compostos cancerígenos às células e, ainda, consertar o DNA danificado quando a agressão já começou. Se a célula foi alterada e não foi possível consertar o DNA, alguns compostos promovem a morte delas, interrompendo a multiplicação desordenada.
A ideia de que determinado alimento é bom para tal tipo de câncer não se aplica. Tem de haver sinergismo entre os compostos, o que ajuda em todos os tipos da doença. Por isso, é importante variar a alimentação ao máximo. A recomendação é consumir, no mínimo, 400g por dia de vegetais, sendo 2/5 de frutas e 3/5 de legumes e verduras. Cada porção equivale a uma quantia que caiba na palma da sua mão, do produto picado ou inteiro, totalizando 80g.

11 - O que não se deve comer para ajudar na prevenção?
Entre os alimentos prejudiciais estão os embutidos, que apresentam grande quantidade de sal, nitritos e nitratos. Os conservantes em contato com o suco digestivo do estômago se transformam em compostos cancerígenos. Evite ao máximo comê-los, mas o ideal é que não sejam consumidos.
Limite carne vermelha a 50g semanais. A forma de preparo dos alimentos, especialmente das carnes (de qualquer tipo), pode influenciar. Os feitos na chapa ou fritos trazem malefícios, porque a exposição a altas temperaturas também atua na formação de compostos cancerígenos. Prefira levá-los ao forno ou usá-los em ensopados. Se quiser grelhar, opte pelo pré-cozimento. O churrasco também eleva os riscos. Além da temperatura alta, a fumaça do carvão tem dois componentes cancerígenos (alcatrão e hidrocarboneto policíclico aromático), que impregnam na refeição.

12 - Qual é a importância da amamentação?
Amamentar diminui entre 10% e 20% os riscos de a mãe ter a doença. Enquanto o bebê suga o leite, o movimento promove uma espécie de esfoliação do tecido mamário por dentro. Assim, se houver células agredidas, são eliminadas e renovadas. Quando termina a lactação, várias células se autodestroem, entre elas algumas que poderiam ter lesões no material genético. Outro benefício é que as taxas do hormônio feminino estrogênio caem durante o período de aleitamento.

13 - Pílula anticoncepcional aumenta o risco da doença?
Existem estudos que demonstram fraca relação de causalidade entre pílula anticoncepcional e risco da doença, enquanto outros demonstram alguma relação.
 
Texto: Patricia Zwipp

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Orientações para o Uso Adequado de Suplementos Alimentares

Imagem: Internet


• Os suplementos alimentares normalmente fornecem vitaminas, minerais, proteínas ou outros nutrientes. Eles não substituem a variedade de alimentos importantes para uma dieta saudável, mas “complementam” a dieta, quando necessário. Os suplementos alimentares não devem substituir medicamentos prescritos.

• Quando você consumir suplementos alimentares, sempre leia e siga as instruções do rótulo e preste especial atenção a todos os avisos. Não exceda a dose recomendada, conforme indicado no rótulo, e não ofereça a crianças nenhum produto destinado a adultos.

• Se você estiver grávida ou amamentando, possuir condições médicas pré-existentes que requerem supervisão médica, tiver alergias conhecidas a alimentos ou medicamentos, consumir altos níveis de álcool diariamente ou estiver planejando fazer uma cirurgia, sempre consulte um médico antes de tomar qualquer suplemento alimentar.

• Informe seu profissional de saúde sobre os suplementos alimentares e outros produtos nutricionais que você consome. Compartilhe os rótulos dos produtos ou outras informações com os profissionais de saúde que não estiverem familiarizados com estes produtos específicos. As respostas individuais a mudanças alimentares podem variar. Alguns consumidores também podem ter sensibilidades específicas ou alergias a determinados alimentos ou ingredientes, por isso devem verificar todos os ingredientes e aditivos no rótulo aos quais podem ser intolerantes. Se você apresentar algum sintoma anormal depois de consumir um produto ou suplemento nutricional, interrompa o uso do produto e consulte seu profissional de saúde.

• Guarde os suplementos alimentares em um lugar fresco e seco, fora do alcance de crianças.

A maioria de nós deseja uma vida saudável e ativa. Ela está de fato ao nosso alcance, se nos comprometermos a adotar mudanças de estilo de vida em longo prazo.

Esta informação é fornecida como um serviço público pela Herbalife. © 2013 Herbalife International do Brasil. Todos os direitos reservados. Impresso no Brasil.

Estratégia global em dieta, atividade física e saúde pública

Uma alimentação saudável e atividade física adequada e regular são fatores importantes para promover e manter uma boa saúde durante toda a vida.1

Dietas pouco saudáveis e sedentarismo aumentam o sobrepeso e a obesidade, que são um grande desafio à saúde pública. “A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que até 2015 aproximadamente 2,3 bilhões de adultos terão sobrepeso e mais de 700 milhões serão obesos.”2

Segundo a OMS, “a causa fundamental da obesidade e do sobrepeso é um desequilíbrio energético entre as calorias consumidas e as calorias gastas. Globalmente, verificou-se:

• Um aumento no consumo de alimentos processados que são ricos em gordura, sal e açúcares, mas pobres em vitaminas, minerais e outros micronutrientes;

• Uma diminuição da atividade física devido à natureza cada vez mais sedentária de muitas formas de trabalho, modos de transporte e urbanização crescente.”

• A maioria dos países em todo o mundo adotou a estratégia da OMS para suas políticas nacionais de saúde.

1.Organização Mundial da Saúde, dieta e atividade física: uma prioridade da saúde pública. Último acesso em: www.who.int/dietphysicalactivity/en, junho de 2012.
2.Organização Mundial da Saúde, Ficha nº 311 - Obesidade e Sobrepeso, setembro de 2006, em Genebra. Último acesso em: www.who.int/mediacentre/factsheets/fs311/en, 18 de janeiro de 2011.
3.Organização Mundial da Saúde, Ficha nº 311 – O que causa a obesidade e o sobrepeso? Março de 2011, Genebra. Último acesso em: www.who.int/mediacentre/factsheets/fs311/en, junho de 2012.

Texto: Site Herbalife