Imagem: Internet
Nos dias de hoje, cada vez mais ouvimos falar de pessoas que têm problemas de ansiedade, estresse ou até mesmo doenças como a depressão e a síndrome do pânico.
A psiquiatra Dra. Lygia Merini explica que a ansiedade e o estresse, podem levar a uma respiração incorreta, que quando mantida retroalimenta estes sintomas, podendo levar um paciente aos quadros mais graves, como o transtorno do pânico, e ao início de sintomas depressivos.
Ao observar um bebê respirando conseguimos ter uma dimensão do quanto desaprendemos, ao longo dos anos, a realizar funções simples, como respirar. Na ansiedade e na correria do dia-a-dia, é comum que respiremos usando apenas a parte superior do pulmão, sem utilizar o abdômen e, portanto, o diafragma. A respiração mais profunda, utilizando toda a superfície pulmonar, leva a uma maior oxigenação cerebral, melhorando o funcionamento do cérebro e do corpo como um todo, melhorando a concentração, trazendo calma e equilíbrio.
“Como forma de prevenção ao aparecimento de um transtorno mental, ou mesmo como coadjuvante no tratamento quando ele já existe, recomendamos a prática de meditação ou mesmo do yoga ou do pilates, para que o indivíduo reaprenda a respirar. Essa reeducação vai fazer com que ele utilize corretamente todo o potencial do seu pulmão, levando a uma melhora da concentração e do sono, a uma sensação de relaxamento mesmo após um dia corrido, e também a uma melhor resposta ao tratamento”, diz a médica.
Texto: R7
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